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segunda-feira, 19 de agosto de 2013

A Linguagem dos Talheres à Mesa



Sempre é bom saber: os talheres também falam!  É verdade. Existe uma linguagem própria dos talheres cujo domínio permite aos garçons perceberem quais as intenções ou vontades de quem colocou os talheres "a falar" por si. No entanto, o código não é muito divulgado. Geralmente, é mais utilizado em churrascarias com rodízio. Se não houver aquelas famosas plaquinhas de sinal verde para prosseguir e vermelho de parar, esses posicionamentos de talheres já explicam bem. E certifique-se que neste restaurante os garçons devem entender essa linguagem.

Se por algum motivo não está a utilizando os seus talheres, ou porque está partindo o pão, usando o guardanapo, ou, simplesmente, conversando, os talheres nunca devem ser deixados sobre a mesa. Ou os deixa dentro do prato, com a extremidade dos cabos de fora, formando um ângulo entre eles com o cabo voltado para si formando um triângulo com a faca.

Aceitar repetir um prato não só não é incorreto como pode ser entendido como um elogio. Por outro lado, quando não se tem vontade de repetir, não se é obrigado a fazê-lo. Aceitar, recusar e pedir é sempre correto, desde que com naturalidade e educação. Para pedir para repetir, o mais natural é por os talheres a falar por si, ou seja, fazendo uma cruz com a faca em horizontal e o garfo vertical,  no centro do prato.

No fim da refeição é indicado deixar o garfo e a faca unidos em paralelo, ou na posição das 4.20 h do lado direito, ou nas 6.00 h, apoiados com os cabos na borda do prato.

Fonte ADAPTADA:

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